Tive aula sexta, por essa eu não esperava...e o pior é que essa sexta terei que estar por lá de novo [ =/ ]
O plano era dar um bolo surpresa pro Alex depois da facul mas nem o integrante principal da surpresa apareceu...kkkkk...não consegui fingir que não sabia do niver dele e fui obrigada a ligar pra dar os parabéns!Sorte que ele não veio porque descobri no domingo que o bolo estava realmente ruim.
Comemos as carolinas e papeamos até as 2:30 em assuntos femininos!
Sabadão
Super agitado!Mais uma visita na costureira e pra variar sempre com um tecido, tenho uma relação de amor com o liganete.
Soneca com o namorado com direito a ele falando SUPERBONDER, lanche com as girls com direito a rodada de pão de queijo e empadas, e depois rolê com todos eles.Menos o Peruca, é claro!
A faixa de pedestre virou passarela e nunca me senti tão constrangida por descobrirem algo que eu queria esconder...rsrsrs...ele é esperto e ela virou motivo de riso não só meu como de todo mundo que filmou o que estava acontecendo. Aí sou obrigada a dizer o meu: vai entender...
A festinha no Itamambuca, que a Mê achou melhor desistir pelo fato dos amigos serem muito alternativos, estava boa com muita gente que não via a muito tempo mas não foi o suficiente para compensar meu sono mesmo dando para rir bastante com alguns.
E não é que a mulher do gelo realmente deu as caras?! Curti!
"Felicidade é poder estar com quem você gosta em algum lugar"
E quem chama o garçom?
domingo, 28 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
O retorno
Depois de sair para jantar e quase morrer de fome na pizzaria decidimos levar a pizza para a pousada e acender a lareira, por incrível que pareça senti frio e não foi pouco.
Acender a lareira foi um dos pontos mais emocionante desses dois dias...ahh!Foi mesmo!!!Ele conseguiu, por que eu já havia desisto, com a última gota de álcool e o úúúúltimooo fósforo, dá para acreditar? Na hora nós dois desacreditamos e fomos curtir o friozinho perto do fogo comendo nossa pizza e nosso marshmallow. E depois nada melhor do que dormir naquele friozinho.
Pulando a parte da manhã...depois do café fomos as mini compras e caímos na estrada, que chuva na volta!Só por Deus mesmo, e o barulho na serra me fez acreditar que estávamos sendo perseguidos por um Tiranossauro Rex!
COMO EU ADOREI!!! PODE TER CERTEZA QUE FOI SIM INESQUECÍVEL E TUDO MUITO BOM, VOCÊ MAIS DO QUE NINGUÉM SABE QUE NOS DIVERTIMOS MUITO (desde a piramba da pousada ao retorno super emocionante)! s2
Chegando em casa: nada como uma bela macarronada que eu estava tanto desejando, um descanço e colocar o papo em dia com algumas amigas! A pequena voltinha com a teacher rendeu, foi totalmente sem rumo e nem um pouco inha, adorei, as vezes coisas "pequenas" são bem importantes para recarregar minha bateria e ver que a vida não se resume apenas ao comum.
Acender a lareira foi um dos pontos mais emocionante desses dois dias...ahh!Foi mesmo!!!Ele conseguiu, por que eu já havia desisto, com a última gota de álcool e o úúúúltimooo fósforo, dá para acreditar? Na hora nós dois desacreditamos e fomos curtir o friozinho perto do fogo comendo nossa pizza e nosso marshmallow. E depois nada melhor do que dormir naquele friozinho.
Pulando a parte da manhã...depois do café fomos as mini compras e caímos na estrada, que chuva na volta!Só por Deus mesmo, e o barulho na serra me fez acreditar que estávamos sendo perseguidos por um Tiranossauro Rex!
COMO EU ADOREI!!! PODE TER CERTEZA QUE FOI SIM INESQUECÍVEL E TUDO MUITO BOM, VOCÊ MAIS DO QUE NINGUÉM SABE QUE NOS DIVERTIMOS MUITO (desde a piramba da pousada ao retorno super emocionante)! s2
Chegando em casa: nada como uma bela macarronada que eu estava tanto desejando, um descanço e colocar o papo em dia com algumas amigas! A pequena voltinha com a teacher rendeu, foi totalmente sem rumo e nem um pouco inha, adorei, as vezes coisas "pequenas" são bem importantes para recarregar minha bateria e ver que a vida não se resume apenas ao comum.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Campos
Nada como fugir da rotina e escapar para um lugarzinho a menos de 3 horas de casa. Enfim chegamos em Campos do Jordão, muito gostoso poder voltar, pena que ta meeega tranquilo por aqui.
Se eu fosse depender da Aline que me disse que eu tinha que passar São José...tava ferrada....rsrsrs
A Pousada é uma delícia, um muito obrigada para minha mãe que ajudou a escolher, recomendo para todos: Pousada Recanto dos Sonhos! Só não acredite que fica a 150m das proximidades como diz no site. Aliás, tudo aqui é mais longe do que as placas dizem e o tal do pico do Itapeva....putz...se andássemos mais um pouco eramos capaz de ver a placo: Welcome to United States.
E como diz o Ju, a população Campo Jordense deve ser formada de pedreiros e seus herdeiros, sem preconceito é que temos um história por trás disso.
Fomos dar uma voltinha para jantar!!!!
Se eu fosse depender da Aline que me disse que eu tinha que passar São José...tava ferrada....rsrsrs
A Pousada é uma delícia, um muito obrigada para minha mãe que ajudou a escolher, recomendo para todos: Pousada Recanto dos Sonhos! Só não acredite que fica a 150m das proximidades como diz no site. Aliás, tudo aqui é mais longe do que as placas dizem e o tal do pico do Itapeva....putz...se andássemos mais um pouco eramos capaz de ver a placo: Welcome to United States.
E como diz o Ju, a população Campo Jordense deve ser formada de pedreiros e seus herdeiros, sem preconceito é que temos um história por trás disso.
Fomos dar uma voltinha para jantar!!!!
Arrumando a mochilinha
Enfim a viagem 1 chegou! Não que seja uma meeeega viagem, mas vai ser gostoso. O ruim é ver minha mãe e a sogra sofrendo por antecipação, fiquem firmes lindonas porque se Deus quiser chegaremos vivos e com muuitas fotos.
Espero não estar indo com expectativas demais...talvez esse seja um dos meus piores defeitos.
Não gosto que ninguém me diga o como eu deva agir e tente vetar minhas atitudes. Faço o que eu quiser e não enche ou suma daqui com o seu autoritarismo (não sei se é a melhor descrição).
Pensa em uma pessoa cansada: EU! Vou deitar e quando eu voltar conto como foi tudinho ou talvez eu conte de lá...mas só depois que eu arrumar a mala, ou melhor, uma mochilinha já que vai ser rápido.
A tal da mochilinha me lembrou de quando minha avó preparava minha lancheira e pedia para pegar a mochilinha para guardar, fofa demais!Tá para nascer uma mulher como a minha vó!Minha mãe também é de fibra, vai entrar no próximo post. Outro dia eu falo um pouco mais delas e da infância na casa que cheirava pudim e tinha doce de leite com Nescau sempre.
*Eii mulher do gelo, apareça!
** Eu sei o que vocÊ (super entonado) fez no fundo do ônibus, talvez saber de mais não me faça bem.
Boa noite!!!
Espero não estar indo com expectativas demais...talvez esse seja um dos meus piores defeitos.
Não gosto que ninguém me diga o como eu deva agir e tente vetar minhas atitudes. Faço o que eu quiser e não enche ou suma daqui com o seu autoritarismo (não sei se é a melhor descrição).
Pensa em uma pessoa cansada: EU! Vou deitar e quando eu voltar conto como foi tudinho ou talvez eu conte de lá...mas só depois que eu arrumar a mala, ou melhor, uma mochilinha já que vai ser rápido.
A tal da mochilinha me lembrou de quando minha avó preparava minha lancheira e pedia para pegar a mochilinha para guardar, fofa demais!Tá para nascer uma mulher como a minha vó!Minha mãe também é de fibra, vai entrar no próximo post. Outro dia eu falo um pouco mais delas e da infância na casa que cheirava pudim e tinha doce de leite com Nescau sempre.
*Eii mulher do gelo, apareça!
** Eu sei o que vocÊ (super entonado) fez no fundo do ônibus, talvez saber de mais não me faça bem.
Boa noite!!!
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Além do cu do Judas
Para iniciar ja digo que o post hoje está precario no quisito ACENTUAÇAO, é dura essa vida de postars num 7 polegadas onde o teclado quase se confunde com os da Barbie. Alem da falta de acentos perdoe-me quaisquer erros de gramática, ortografia, etc.
Chega de blablabla.
Vocë acha que o tal do cu do Judas é o mais longe que alguém poderia ir???Eu achava quando me deparei com "o além do cu do JUDAS" ou mais do que o além, e nao me venha dizer que meninas não dizem cu...a cachoeira era longe pra caramba, muito mais do que longe. Quando cheguei eu tive certeza que nao voltaria mais, o lugar é lindo, mágico e outros adjetivos mais.Na volta a ventuinha decidiu descançar e o carro andar que ;e bom...nada! Um moço bebado apareceu para nos salvar mas o coitado era tao atualizado que só entendia de carro a diesel (é o que ele dizia kkkkkk) foi buscar ajuda (em um bar) e finalmente conseguimos sair de lá, o detalhe é que era 16:00 e eu havia combinado uma praia com a família do namorado as 15:30, um pouco antes do além do cu do judas. A aventura foi boa com a super agradável família Motta e praia depois mesmo sendo rápida valeu a pena. Deu saudade e morri de vontade de mais um acampamento no Ubatumirim.
O rolezinho ontem foi tenso, cheio de ceninhas que eu nao mereço e também nao estou nem um pouco afim de tolerar. Hoje pela manha a Mulher do Gelo terminou de me contar a história que ainda náo terminou, fica aqui o meu mais sincero desejo de sorte.
As vezes eu sinto que as pessoas me olham como se eu fosse menos do que eu realmente sou, sei que somos incomparáveis, e eu nem me atreveria a isso, mas posso sentir quando alguém me diz "isso é novo?", "NOOSSA, voce comprou isso?" e "mas VOCE vai para lá?" com aquela entonação de que eu náo poderia ou náo tenho meios para conseguir. Não sei se consegue me entender, é como a Prof. Maria Zoe dizia em suas aulas de sociologia: se voce não nasce no meio, é dificil ser aceito nele. Posso sentir isso, vindo de quem náo esperava ver essas caras de espanto. Contudo a minha felicidade se resume a muito mais do que comprar, ter e viver venerando bens materiais, adquiri-los é uma consequencia da minha qualidade de vida!
E quanto a frequentar lugares com um menor nível social: grande merda, se pessoas as vezes mais baixas frequentam os melhores lugares. Eu posso me divertir em qualquer lugar, chega de ter que ir lá porque é descolado, o povo tem um nível social melhor. O que realmente importa é quem te rodeia!
QUERO UM MUNDO MAIS TOLERANTE!
Vou indo, com gerundio e tudo, porque a semana antes de começar já ta corrida. Espero que seja ótima.
Beiiiiijoos
Chega de blablabla.
Vocë acha que o tal do cu do Judas é o mais longe que alguém poderia ir???Eu achava quando me deparei com "o além do cu do JUDAS" ou mais do que o além, e nao me venha dizer que meninas não dizem cu...a cachoeira era longe pra caramba, muito mais do que longe. Quando cheguei eu tive certeza que nao voltaria mais, o lugar é lindo, mágico e outros adjetivos mais.Na volta a ventuinha decidiu descançar e o carro andar que ;e bom...nada! Um moço bebado apareceu para nos salvar mas o coitado era tao atualizado que só entendia de carro a diesel (é o que ele dizia kkkkkk) foi buscar ajuda (em um bar) e finalmente conseguimos sair de lá, o detalhe é que era 16:00 e eu havia combinado uma praia com a família do namorado as 15:30, um pouco antes do além do cu do judas. A aventura foi boa com a super agradável família Motta e praia depois mesmo sendo rápida valeu a pena. Deu saudade e morri de vontade de mais um acampamento no Ubatumirim.
O rolezinho ontem foi tenso, cheio de ceninhas que eu nao mereço e também nao estou nem um pouco afim de tolerar. Hoje pela manha a Mulher do Gelo terminou de me contar a história que ainda náo terminou, fica aqui o meu mais sincero desejo de sorte.
As vezes eu sinto que as pessoas me olham como se eu fosse menos do que eu realmente sou, sei que somos incomparáveis, e eu nem me atreveria a isso, mas posso sentir quando alguém me diz "isso é novo?", "NOOSSA, voce comprou isso?" e "mas VOCE vai para lá?" com aquela entonação de que eu náo poderia ou náo tenho meios para conseguir. Não sei se consegue me entender, é como a Prof. Maria Zoe dizia em suas aulas de sociologia: se voce não nasce no meio, é dificil ser aceito nele. Posso sentir isso, vindo de quem náo esperava ver essas caras de espanto. Contudo a minha felicidade se resume a muito mais do que comprar, ter e viver venerando bens materiais, adquiri-los é uma consequencia da minha qualidade de vida!
E quanto a frequentar lugares com um menor nível social: grande merda, se pessoas as vezes mais baixas frequentam os melhores lugares. Eu posso me divertir em qualquer lugar, chega de ter que ir lá porque é descolado, o povo tem um nível social melhor. O que realmente importa é quem te rodeia!
QUERO UM MUNDO MAIS TOLERANTE!
Vou indo, com gerundio e tudo, porque a semana antes de começar já ta corrida. Espero que seja ótima.
Beiiiiijoos
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Depois da indignação com o desrespeito a saúde pública...
Fui relaxar na casa do meu pai, como foi bom! Rápido, e gostoso...nada como um surfezinho de leve em família. Mesmo com a moça gordinha tendo que ser resgatada pelo meu pai (e quase matando ele), muita adrenalina que não se resumiu apenas a ida com o Uno para a praia, foi muito além disso.
[Tô sem inspiração]
Descobri que as vezes meros coadjuvantes da nossa vida são mais importantes do que pessoas mais presentes. Que carinho que eu sinto pelo Kaike, não existe nada mais sincero do que o sorriso dele quando eu chego cheia de roupas na casa da Beta. No dia do bloco ele subiu as escadas para a sala de costura com uma roupa (estilo Super Menino Supermercado Paulista...rsrs) dizendo "ó Izaaa ó Izaa a minha roupa, minha tia que fez" e quando alguém se referia aos óculos que ele usava ele com orgulho dizia "minha mãe que comprou com todo o dinheiro dela". Posso dizer com toda certeza que a Beta não só minha costureira, acho que é mais do que um ADORO o que eu sinto por ela e toda a parte da família que eu conheço.
Depois eu volto, e como diria "o cara que disse que faz exame de fezes" (primeiro ou segundo post): UmBeijoOooutroTchau...e se não chover nóis molha a horta
*Porque hoje em dia a gente tem que colocar crédito nas frases usadas, senão algum pretencioso acha que tá fazendo sucesso.
=*
[Tô sem inspiração]
Descobri que as vezes meros coadjuvantes da nossa vida são mais importantes do que pessoas mais presentes. Que carinho que eu sinto pelo Kaike, não existe nada mais sincero do que o sorriso dele quando eu chego cheia de roupas na casa da Beta. No dia do bloco ele subiu as escadas para a sala de costura com uma roupa (estilo Super Menino Supermercado Paulista...rsrs) dizendo "ó Izaaa ó Izaa a minha roupa, minha tia que fez" e quando alguém se referia aos óculos que ele usava ele com orgulho dizia "minha mãe que comprou com todo o dinheiro dela". Posso dizer com toda certeza que a Beta não só minha costureira, acho que é mais do que um ADORO o que eu sinto por ela e toda a parte da família que eu conheço.
Depois eu volto, e como diria "o cara que disse que faz exame de fezes" (primeiro ou segundo post): UmBeijoOooutroTchau...e se não chover nóis molha a horta
*Porque hoje em dia a gente tem que colocar crédito nas frases usadas, senão algum pretencioso acha que tá fazendo sucesso.
=*
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Carta de uma mãe
Recebi de uma querida amiga esse e-mail da dona Zelma, mãe do tão querido homem que no primeiro post citei como alguém que ensinou muito a muita gente. Me comoveu os relatos de sofrimento dele e sua família então disponibilizei para vocês encaminharem para o maior número de pessoas, como já está sendo feito com o e-mail.
Quarta-feira, Fevereiro 17, 2010
O soro da virose ou da vergonha
Zelma Mungioli
"Querido amigo e prefeito Eduardo Cesar. Permita-me – com todo o respeito – chamá-lo de você.Possivelmente os fatos que eu irei relatar nunca chegariam ao seu conhecimento.
Como mãe e cidadã ubatubense, 74 anos, trago ao seu conhecimento como é tratado o povo desta cidade, quando o assunto é saúde pública.
O meu coração de mãe está partido, pela perda de meu filho querido Maurício Mungioli, aos 46 anos de idade. Maurício, que morava em Ubatuba desde 2001, era professor, idealista e deu o melhor de si para a educação dos jovens do nosso município, que tanto respeitava e amava.
Infelizmente, na segunda-feira, dia 8 de fevereiro, meu filho sentiu-se mal, sendo encaminhado por amigos, para a nossa Santa Casa. Após várias horas de espera, foi chamado para a triagem e, depois de muito esperar, finalmente encaminhado para a sala do soro, pois o diagnóstico dado no plantão apontava para “mais um caso de virose”.
Realmente, estamos com um surto de virose que acometeu a população de nossa cidade. Nós vivemos, como você sabe, nos surtos das viroses, só que temos que esconder para não espantar os turistas.
A CRONOLOGIA DE UMA MORTE QUE PODERIA TER SIDO EVITADA
1º Dia: Diagnóstico de virose, sendo medicado com soro.
2º Dia: Queixando-se de fortes dores de cabeça, na nuca e na região frontal, na linha dos olhos, retornou à Santa Casa. Novamente, a mesma via crucis, Após longa espera, e dos nossos insistentes pedidos para sermos atendidos por um médico especialista, fomos novamente encaminhados para a sala de triagem e novamente para o soro.
Apesar dos sintomas acima descritos terem sido relatados aos plantonistas que atenderam meu filho, a resposta foi de que os sintomas – provavelmente – fossem reflexos da virose.
Pedi - no meu desespero de mãe - que meu filho fosse encaminhado a um médico especialista, não tendo sido atendida, numa situação onde ficou clara a desconfiança, a falta de humanidade e o pouco caso com aquela situação, que chegava a nos levar às raias do desespero.
Na minha ignorância, pensei tratar-se de um problema cardíaco. Procuramos um cardiologista, que nada constatou. Foi-nos sugerido que marcássemos uma consulta com um neurologista, o que foi tentado por mim, junto ao Dr. Valdir, no consultório dele, porém sem resultado, pois ele estava viajando.
3º Dia: Após passarmos toda a noite no soro da virose, onde Mauricio reclamou durante toda a noite das fortes dores que o afligiam na cabeça, por volta das 6:40h, meu filho foi liberado para deixar o hospital, sem nenhum atendimento prestado por um médico especialista.
Procurei o Dr. Juscelino e solicitei a ele que me ajudasse, pois meu filho estava desmaiando, perdendo a memória recente e as dores, na nuca e nos olhos, estavam ainda mais fortes.
Foi o amigo Dr. Juscelino, que prontamente entendeu a minha aflição de mãe e prontificou-se a ajudar-me, procurando fazer com que o Maurício fosse atendido pelo Dr. Pozzo e pelo Dr. Valdir (numa deferência especial, após autorização concedida pelo Dr. Pozzo, vez que o Dr. Valdir (neurologista) não pertence aos quadros da Santa Casa).
Retornamos então para a Santa Casa, para uma consulta marcada com o Dr, Pozzo, às 10:00h do mesmo dia (11/02), tendo o mesmo solicitado que fossemos para a sala de triagem, para medição de pressão e temperatura.
O meu filho, nesta altura, estava totalmente transtornado pelas fortes dores que sentia na cabeça. Informei a gravidade da situação para a atendente que, numa atitude de total pouco caso, deixou-nos aguardando, dizendo que aguardássemos a nossa vez. Aqui, há muito mais a dizer, mas seria apenas a minha palavra de mãe, por isso, deixarei por conta da Justiça Divina...
Mauricio já estava totalmente desesperado pelas fortes dores, delirando e com dificuldades de comunicar-se. Desesperei-me e, só diante desta situação, conseguimos ser encaminhados para a consulta com o Dr. Pozzo, que o encaminhou para a sala de procedimentos.
Durante esse atendimento, suspeitou-se de meningite virótica e meu filho foi submetido ao processo de retirada de liquor, para exame e avaliação.
A seguir, ele foi encaminhado para uma sala de isolamento até que o resultado fosse conhecido. Nesse momento, foi deixado só, sem nenhum monitoramento. Desesperado, abriu a porta da sala de internação, completamente transtornado pela dor. Eu estava do lado de fora, colocando a máscara para entrar no isolamento, fui eu quem ajudei-o a voltar para a maca, colocando-o sobre a mesma. Nesse intervalo, Mauricio deu um grito de dor, retorceu-se e teve uma convulsão.
Desesperada, pedi ao pessoal da enfermagem para que localizasse o Dr. Pozzo, para que ele retornasse para ver o meu filho. Mesmo diante de tão grave quadro, veio a atendente, com um aparelho de medição de pressão nas mãos. Só após verificar que o quadro era totalmente desesperador, foi atras do Dr, Pozzo, que constatou a convulsão, determinando o retorno de meu filho para a sala de procedimentos. Foi então que - a Santa Casa - se percebeu realmente havia a necessidade de avaliação de um médico neurologista, o que foi feito pelo Dr. Valdir (após autorização do Dr. Pozzo), que solicitou a realização de uma tomografia computadorizada.
Dentro deste quadro de desespero, mais problemas: agendar o exame com urgência e conseguir uma ambulância que levasse o meu filho até a clínica Imagem, no trajeto da rua Conceição até a rua Maranhão. Após insistentes pedidos e diante da gravidade do caso, conseguimos que o exame fosse agendado para o mesmo dia.
Nessa altura, Mauricio já necessitava de cuidados intensivos, pois encontrava-se em coma induzido e o transporte só poderia ser feito por uma ambulância UTI e nós não contamos com tal equipamento no município. Foi necessário que se juntasse equipamentos para a montagem de uma estrutura mínima de suporte à vida para levá-lo para a Clínica.
Realizado o exame, houve uma longa espera pelo laudo, onde foi constatado que meu filho encontrava-se com uma hemorragia craniana, com suspeita de aneurisma, precisando de uma investigação mais profunda e, talvez, de uma neurocirurgia.
Foi encaminhado para a UT, sendo atendido pelo Dr. Alexandre, que nos colocou a par da difícil situação. Recomendou que, por falta de uma UTI especializada, Mauricio fosse transferido para um hospital da região, em Taubaté, São José ou Jacaréi.
Começou então a luta para conseguir um leito de UTI. Recebemos a solidariedade da Dr. Valdir, da Srª. Mariza (da Cooperativa),da Nalva, e outros amigos que se empenhavam em conseguir um leito num destes hospitais, para os procedimentos urgentes possíveis.
Após horas intermináveis, conseguimos um “leito zero” no Hospital Regional do Vale do Paraíba, em Taubaté.
Começava outra batalha, conseguir uma ambulância UTI, visto que nossa cidade não possui tão importante recurso. Foi-nos indicado, pela própria Santa Casa, os serviços da empresa FENIX Remoções, de Caraguá, que nos cobrou R$ 3.200,00, para efetuar a transferência do Maurício. Saimos de Ubatuba, às 21:30h, numa longa viagem até chegarmos a Taubaté às 00:00hs do dia 12/02.
Após a transferência para o leito zero, foi feita uma avaliação pelos intensivistas de plantão, foi constatado o grave comprometimento das atividades cerebrais, confirmando o diagnóstico dado pelo Dr. Alexandre, após a tomografia realizada em Ubatuba.
Amigo Eduardo, tudo isso começou no dia 08 de fevereiro e já estávamos no dia 12. E eu lembrava do tempo perdido com o “soro da virose”, da falta de interesse demonstrada pelos médicos que, em nenhum momento levantaram de suas cadeiras ou tiraram os olhos dos prontuários. Das pessoas que não tiveram um gesto sequer de solidariedade, de ouvir os apelos de uma mãe aflita, que teve que ouvir que “seu filho estava nervoso”, diante dos gritos de desespero, da dor que ele sentia.
Meu filho Mauricio, posso lhe assegurar, nunca foi nervoso. Ele adorava viver e estava em um momento de auge criativo e intelectual. Meu filho motivava jovens, plantava sementes do bem, lutava para dar o melhor caminho possível e formar cidadãos melhores. Todos os que o conheceram sabem disso.
Pois é, caro amigo... Depois de passar por tudo isso, meu filho teve a morte cerebral diagnosticada na manhã do sábado, dia 13. Seis dias depois do diagnóstico de virose... A causa da morte: hemorragia cerebral subaracnóide, aneurisma intra craniano.
Meu filho tinha 46 anos e deixou um filho pequeno, de quatro anos. Ele era cheio de vida, de amigos, de planos. E tinha uma boa saúde, pois pudemos doar os seus órgãos vitais, de forma que a morte dele pudesse dar oportunidade de vida a outros (o que muito nos conforta).
Quero aproveitar para agradecer aos amigos e aos alunos de meu filho, que tanta força me deram. A todos os amigos que agilizaram os procedimentos para a vinda da ambulância e a internação na UTI em Taubaté, pela solidariedade humana. Agradeço, especialmente, a amizade e o carinho do professor Euri, amigo e companheiro em todos estes terríveis momentos.
Para finalizar, amigo Eduardo, peço para que você olhe melhor pela nossa saúde, pelos seus munícipes que – como eu – necessitam de um prefeito mais presente. Não adianta apenas mostrar ambulâncias, ônibus e viaturas no calçadão e desfile dos mesmos pela cidade. São necessárias ações que nos encham de orgulho. Temos direito à dignidade. Chega de respostas prontas, culpando “surtos viróticos” a tudo o que acontece, sem uma investigação mais profunda das causas e de possíveis defeitos.
De qualquer forma, cabe aqui um agradecimento ao Dr. Juscelino, ao Dr. Pozzo, ao Dr. Valdir e à Drª. Marcia, que puderam entender a minha dor e atender meu filho, mesmo que tardiamente.
Para finalizar, meu amigo Eduardo, saiba que meu filho MAURÍCIO MUNGIOLI fez a diferença nesta cidade , pois por ser um educador. deixou semeado bons frutos (meu neto Francisco, de apenas 04 anos, ubatubense, e nos seus inúmeros alunos), que certamente, frutificarão e tratarão esta nossa cidade com mais carinho, respeito e dignidade."
Quarta-feira, Fevereiro 17, 2010
O soro da virose ou da vergonha
Zelma Mungioli
"Querido amigo e prefeito Eduardo Cesar. Permita-me – com todo o respeito – chamá-lo de você.Possivelmente os fatos que eu irei relatar nunca chegariam ao seu conhecimento.
Como mãe e cidadã ubatubense, 74 anos, trago ao seu conhecimento como é tratado o povo desta cidade, quando o assunto é saúde pública.
O meu coração de mãe está partido, pela perda de meu filho querido Maurício Mungioli, aos 46 anos de idade. Maurício, que morava em Ubatuba desde 2001, era professor, idealista e deu o melhor de si para a educação dos jovens do nosso município, que tanto respeitava e amava.
Infelizmente, na segunda-feira, dia 8 de fevereiro, meu filho sentiu-se mal, sendo encaminhado por amigos, para a nossa Santa Casa. Após várias horas de espera, foi chamado para a triagem e, depois de muito esperar, finalmente encaminhado para a sala do soro, pois o diagnóstico dado no plantão apontava para “mais um caso de virose”.
Realmente, estamos com um surto de virose que acometeu a população de nossa cidade. Nós vivemos, como você sabe, nos surtos das viroses, só que temos que esconder para não espantar os turistas.
A CRONOLOGIA DE UMA MORTE QUE PODERIA TER SIDO EVITADA
1º Dia: Diagnóstico de virose, sendo medicado com soro.
2º Dia: Queixando-se de fortes dores de cabeça, na nuca e na região frontal, na linha dos olhos, retornou à Santa Casa. Novamente, a mesma via crucis, Após longa espera, e dos nossos insistentes pedidos para sermos atendidos por um médico especialista, fomos novamente encaminhados para a sala de triagem e novamente para o soro.
Apesar dos sintomas acima descritos terem sido relatados aos plantonistas que atenderam meu filho, a resposta foi de que os sintomas – provavelmente – fossem reflexos da virose.
Pedi - no meu desespero de mãe - que meu filho fosse encaminhado a um médico especialista, não tendo sido atendida, numa situação onde ficou clara a desconfiança, a falta de humanidade e o pouco caso com aquela situação, que chegava a nos levar às raias do desespero.
Na minha ignorância, pensei tratar-se de um problema cardíaco. Procuramos um cardiologista, que nada constatou. Foi-nos sugerido que marcássemos uma consulta com um neurologista, o que foi tentado por mim, junto ao Dr. Valdir, no consultório dele, porém sem resultado, pois ele estava viajando.
3º Dia: Após passarmos toda a noite no soro da virose, onde Mauricio reclamou durante toda a noite das fortes dores que o afligiam na cabeça, por volta das 6:40h, meu filho foi liberado para deixar o hospital, sem nenhum atendimento prestado por um médico especialista.
Procurei o Dr. Juscelino e solicitei a ele que me ajudasse, pois meu filho estava desmaiando, perdendo a memória recente e as dores, na nuca e nos olhos, estavam ainda mais fortes.
Foi o amigo Dr. Juscelino, que prontamente entendeu a minha aflição de mãe e prontificou-se a ajudar-me, procurando fazer com que o Maurício fosse atendido pelo Dr. Pozzo e pelo Dr. Valdir (numa deferência especial, após autorização concedida pelo Dr. Pozzo, vez que o Dr. Valdir (neurologista) não pertence aos quadros da Santa Casa).
Retornamos então para a Santa Casa, para uma consulta marcada com o Dr, Pozzo, às 10:00h do mesmo dia (11/02), tendo o mesmo solicitado que fossemos para a sala de triagem, para medição de pressão e temperatura.
O meu filho, nesta altura, estava totalmente transtornado pelas fortes dores que sentia na cabeça. Informei a gravidade da situação para a atendente que, numa atitude de total pouco caso, deixou-nos aguardando, dizendo que aguardássemos a nossa vez. Aqui, há muito mais a dizer, mas seria apenas a minha palavra de mãe, por isso, deixarei por conta da Justiça Divina...
Mauricio já estava totalmente desesperado pelas fortes dores, delirando e com dificuldades de comunicar-se. Desesperei-me e, só diante desta situação, conseguimos ser encaminhados para a consulta com o Dr. Pozzo, que o encaminhou para a sala de procedimentos.
Durante esse atendimento, suspeitou-se de meningite virótica e meu filho foi submetido ao processo de retirada de liquor, para exame e avaliação.
A seguir, ele foi encaminhado para uma sala de isolamento até que o resultado fosse conhecido. Nesse momento, foi deixado só, sem nenhum monitoramento. Desesperado, abriu a porta da sala de internação, completamente transtornado pela dor. Eu estava do lado de fora, colocando a máscara para entrar no isolamento, fui eu quem ajudei-o a voltar para a maca, colocando-o sobre a mesma. Nesse intervalo, Mauricio deu um grito de dor, retorceu-se e teve uma convulsão.
Desesperada, pedi ao pessoal da enfermagem para que localizasse o Dr. Pozzo, para que ele retornasse para ver o meu filho. Mesmo diante de tão grave quadro, veio a atendente, com um aparelho de medição de pressão nas mãos. Só após verificar que o quadro era totalmente desesperador, foi atras do Dr, Pozzo, que constatou a convulsão, determinando o retorno de meu filho para a sala de procedimentos. Foi então que - a Santa Casa - se percebeu realmente havia a necessidade de avaliação de um médico neurologista, o que foi feito pelo Dr. Valdir (após autorização do Dr. Pozzo), que solicitou a realização de uma tomografia computadorizada.
Dentro deste quadro de desespero, mais problemas: agendar o exame com urgência e conseguir uma ambulância que levasse o meu filho até a clínica Imagem, no trajeto da rua Conceição até a rua Maranhão. Após insistentes pedidos e diante da gravidade do caso, conseguimos que o exame fosse agendado para o mesmo dia.
Nessa altura, Mauricio já necessitava de cuidados intensivos, pois encontrava-se em coma induzido e o transporte só poderia ser feito por uma ambulância UTI e nós não contamos com tal equipamento no município. Foi necessário que se juntasse equipamentos para a montagem de uma estrutura mínima de suporte à vida para levá-lo para a Clínica.
Realizado o exame, houve uma longa espera pelo laudo, onde foi constatado que meu filho encontrava-se com uma hemorragia craniana, com suspeita de aneurisma, precisando de uma investigação mais profunda e, talvez, de uma neurocirurgia.
Foi encaminhado para a UT, sendo atendido pelo Dr. Alexandre, que nos colocou a par da difícil situação. Recomendou que, por falta de uma UTI especializada, Mauricio fosse transferido para um hospital da região, em Taubaté, São José ou Jacaréi.
Começou então a luta para conseguir um leito de UTI. Recebemos a solidariedade da Dr. Valdir, da Srª. Mariza (da Cooperativa),da Nalva, e outros amigos que se empenhavam em conseguir um leito num destes hospitais, para os procedimentos urgentes possíveis.
Após horas intermináveis, conseguimos um “leito zero” no Hospital Regional do Vale do Paraíba, em Taubaté.
Começava outra batalha, conseguir uma ambulância UTI, visto que nossa cidade não possui tão importante recurso. Foi-nos indicado, pela própria Santa Casa, os serviços da empresa FENIX Remoções, de Caraguá, que nos cobrou R$ 3.200,00, para efetuar a transferência do Maurício. Saimos de Ubatuba, às 21:30h, numa longa viagem até chegarmos a Taubaté às 00:00hs do dia 12/02.
Após a transferência para o leito zero, foi feita uma avaliação pelos intensivistas de plantão, foi constatado o grave comprometimento das atividades cerebrais, confirmando o diagnóstico dado pelo Dr. Alexandre, após a tomografia realizada em Ubatuba.
Amigo Eduardo, tudo isso começou no dia 08 de fevereiro e já estávamos no dia 12. E eu lembrava do tempo perdido com o “soro da virose”, da falta de interesse demonstrada pelos médicos que, em nenhum momento levantaram de suas cadeiras ou tiraram os olhos dos prontuários. Das pessoas que não tiveram um gesto sequer de solidariedade, de ouvir os apelos de uma mãe aflita, que teve que ouvir que “seu filho estava nervoso”, diante dos gritos de desespero, da dor que ele sentia.
Meu filho Mauricio, posso lhe assegurar, nunca foi nervoso. Ele adorava viver e estava em um momento de auge criativo e intelectual. Meu filho motivava jovens, plantava sementes do bem, lutava para dar o melhor caminho possível e formar cidadãos melhores. Todos os que o conheceram sabem disso.
Pois é, caro amigo... Depois de passar por tudo isso, meu filho teve a morte cerebral diagnosticada na manhã do sábado, dia 13. Seis dias depois do diagnóstico de virose... A causa da morte: hemorragia cerebral subaracnóide, aneurisma intra craniano.
Meu filho tinha 46 anos e deixou um filho pequeno, de quatro anos. Ele era cheio de vida, de amigos, de planos. E tinha uma boa saúde, pois pudemos doar os seus órgãos vitais, de forma que a morte dele pudesse dar oportunidade de vida a outros (o que muito nos conforta).
Quero aproveitar para agradecer aos amigos e aos alunos de meu filho, que tanta força me deram. A todos os amigos que agilizaram os procedimentos para a vinda da ambulância e a internação na UTI em Taubaté, pela solidariedade humana. Agradeço, especialmente, a amizade e o carinho do professor Euri, amigo e companheiro em todos estes terríveis momentos.
Para finalizar, amigo Eduardo, peço para que você olhe melhor pela nossa saúde, pelos seus munícipes que – como eu – necessitam de um prefeito mais presente. Não adianta apenas mostrar ambulâncias, ônibus e viaturas no calçadão e desfile dos mesmos pela cidade. São necessárias ações que nos encham de orgulho. Temos direito à dignidade. Chega de respostas prontas, culpando “surtos viróticos” a tudo o que acontece, sem uma investigação mais profunda das causas e de possíveis defeitos.
De qualquer forma, cabe aqui um agradecimento ao Dr. Juscelino, ao Dr. Pozzo, ao Dr. Valdir e à Drª. Marcia, que puderam entender a minha dor e atender meu filho, mesmo que tardiamente.
Para finalizar, meu amigo Eduardo, saiba que meu filho MAURÍCIO MUNGIOLI fez a diferença nesta cidade , pois por ser um educador. deixou semeado bons frutos (meu neto Francisco, de apenas 04 anos, ubatubense, e nos seus inúmeros alunos), que certamente, frutificarão e tratarão esta nossa cidade com mais carinho, respeito e dignidade."
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
E o povo diz que lá se foi mais alguém...tenho minhas dúvidas mas parece mesmo que aquele que queria ensinar física para mim e a Biancachu até a meia noite partiu também. Se for verdade mesmo, que Deus o tenha e conforte a família, não só dele como dos últimos falecidos. Não vou perguntar se vai mais alguém, afinal é só perguntar para saber que fulano disse ADEUS.
Eu também tô de boa e não quero que nenhum deles venham tentar conversar comigo a noite, até porque a moça do forno ainda está na cozinha, vai que rola uma azaração...e sabendo que todos era muito sociáveis não duvido...rsrs...brincadeirinhas a parte, mas é sério. Muita luz para eles irem onde devem ir.
Decidi retornar à vida saudável e excluir os refrigerantes e demais "extras" que foram cruelmente incorporados ao meu cardápio com a vinda da minha avó no natal. Acho que exagerei e quase caí dura hoje a tarde mas ainda estou disposta a perder alguns panetones que ainda pairam no meu abdômen. Afinal, temos páscoa chegando aí então estou decidida a abolir doces e frituras do meu prato durante a quaresma.
Pena que a Line não tá por aqui para entrar nessa comigo...
Retornar ao trabalho hoje foi muito difícil, quase meio período para eu começar a pegar no tranco.
Vou ficar no quarto parágrafo por hoje, acho que amanhã ou depois terei novidades!!! =)
Beijos e bom começo de ano pra valer para todos!
ps: Linee, quero te ver na facul semana que vem heeim
Eu também tô de boa e não quero que nenhum deles venham tentar conversar comigo a noite, até porque a moça do forno ainda está na cozinha, vai que rola uma azaração...e sabendo que todos era muito sociáveis não duvido...rsrs...brincadeirinhas a parte, mas é sério. Muita luz para eles irem onde devem ir.
Decidi retornar à vida saudável e excluir os refrigerantes e demais "extras" que foram cruelmente incorporados ao meu cardápio com a vinda da minha avó no natal. Acho que exagerei e quase caí dura hoje a tarde mas ainda estou disposta a perder alguns panetones que ainda pairam no meu abdômen. Afinal, temos páscoa chegando aí então estou decidida a abolir doces e frituras do meu prato durante a quaresma.
Pena que a Line não tá por aqui para entrar nessa comigo...
Retornar ao trabalho hoje foi muito difícil, quase meio período para eu começar a pegar no tranco.
Vou ficar no quarto parágrafo por hoje, acho que amanhã ou depois terei novidades!!! =)
Beijos e bom começo de ano pra valer para todos!
ps: Linee, quero te ver na facul semana que vem heeim
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Luto...
Mais um luto!Fica aqui meus pêsames pelo falecimento de um homem cheio de garra, muito animado e adorador de bobó de camarão com a casa cheia.
A voltinha ontem foi meio pra baixo depois que o telefone tocou.
Aquele AUÊ ontem na Avenida sim que foi punk, que fuzuê e que pena acabar tudo por causa de um mero babaca que não se contenta com pouco e decide jogar garrafa na polícia. Dessa eu saí viva!
Espero que não aconteça como no fim de ano passado e que eu não tenha que bater o cartão no velório. Vamos parar por aqui ou logo mais vai mais alguém?
Fui para lá...
A voltinha ontem foi meio pra baixo depois que o telefone tocou.
Aquele AUÊ ontem na Avenida sim que foi punk, que fuzuê e que pena acabar tudo por causa de um mero babaca que não se contenta com pouco e decide jogar garrafa na polícia. Dessa eu saí viva!
Espero que não aconteça como no fim de ano passado e que eu não tenha que bater o cartão no velório. Vamos parar por aqui ou logo mais vai mais alguém?
Fui para lá...
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Carnaval - p.2
Ahh se eu ainda não tivesse tomado "A" caipirinha de Listerine que mata barata, juro que eu parava no meio do caminho e faria um gesto pra fulinha de meia volta (que por aqui você não passa!). Pelo amor vaai, tem a avenida inteira pra atravessar a rua e quer passar por um buraco entra a gente, e depois diz que não quer ser notada...que o outro que insiste e persegue...vai entender.
Quanto a noite foi divertida mesmo eu não sabendo falar o nome da Listerine, só poderia ser melhor se fizessem salada de fruta alcoolica porque eu ainda acho que o melhor da caipirinha é a fruta.
Preparativos para a viagem 1, viagem 2 e agora viagem 3!!Que tudo!!!Ainda temos tempo mas e a ansiedade de uma escorpiana?!
Só para terminar, sonhei com um veelho amigo que a pelo menos 4 anos não tenho notícias. Por acaso o vi no ônibus da facul e perguntei:
- Nooossa, quanto tempo!!Que curso você tá fazendo???
E ele envergonhado me disse:
- Não, eu não faço nenhum curso, eu faço exame de fezes...
Vai entender [2]
Quanto a noite foi divertida mesmo eu não sabendo falar o nome da Listerine, só poderia ser melhor se fizessem salada de fruta alcoolica porque eu ainda acho que o melhor da caipirinha é a fruta.
Preparativos para a viagem 1, viagem 2 e agora viagem 3!!Que tudo!!!Ainda temos tempo mas e a ansiedade de uma escorpiana?!
Só para terminar, sonhei com um veelho amigo que a pelo menos 4 anos não tenho notícias. Por acaso o vi no ônibus da facul e perguntei:
- Nooossa, quanto tempo!!Que curso você tá fazendo???
E ele envergonhado me disse:
- Não, eu não faço nenhum curso, eu faço exame de fezes...
Vai entender [2]
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Carnaval
Cá estou eu, criando um blog em pleno carnaval!
Decidi que não quero mais MSN e Orkut depois de uma série de crises então senti necessidade de uma outra ocupação, afinal meu poker com a Aline, Peruca e Derykão farão falta.
Hoje acordei da pá virada, me peguei pensando no porque que as pessoas tem que morrer. Será que é justo mesmo ir tão cedo deixando filho, esposa...? Morrer em uma viagem de férias, quando tudo teria que ser alegria e partir cedo, porque a vida é relativamente curta...fica aqui meus pêsames pelo falecimento de alguém que com muito carinho ensinou bastante a muita gente.
A praia hoje cedo miou, a cachoeira no fim da tarde já era...será que a balada ainda tá de pé???
Ontem foi aquela noite que você não dava nada e viu que deu para se divertir bastante, acabamos de fazer a máscara pro segundo dia de bloco (espero que não mie também), Elton a la Fiona muito chic foi sucesso geral na avenida e até eu precisava de uma foto para registrar "aquilo".
Depois dessa folga carnavalesca vai ser difícil voltar para a faculdade!
Decidi que não quero mais MSN e Orkut depois de uma série de crises então senti necessidade de uma outra ocupação, afinal meu poker com a Aline, Peruca e Derykão farão falta.
Hoje acordei da pá virada, me peguei pensando no porque que as pessoas tem que morrer. Será que é justo mesmo ir tão cedo deixando filho, esposa...? Morrer em uma viagem de férias, quando tudo teria que ser alegria e partir cedo, porque a vida é relativamente curta...fica aqui meus pêsames pelo falecimento de alguém que com muito carinho ensinou bastante a muita gente.
A praia hoje cedo miou, a cachoeira no fim da tarde já era...será que a balada ainda tá de pé???
Ontem foi aquela noite que você não dava nada e viu que deu para se divertir bastante, acabamos de fazer a máscara pro segundo dia de bloco (espero que não mie também), Elton a la Fiona muito chic foi sucesso geral na avenida e até eu precisava de uma foto para registrar "aquilo".
Depois dessa folga carnavalesca vai ser difícil voltar para a faculdade!
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